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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Governo britânico amplia oferta de cirurgia bariátrica a diabéticos com obesidade leve

O governo britânico pretende estender a possibilidade de cirurgia bariátrica a pacientes portadores de diabetes tipo 2 com obesidade leve, ou seja, com índice de massa corporal (IMC) entre 30 e 35 (1). 
Atualmente, o sistema público de saúde da Grã-Bretanha oferece a cirurgia a ou com obesidade moderada (IMC entre 35 e 40) que tenham alguma doença grave associada ou a pacientes com obesidade grave (IMC maior do que 40). 
Há muito tempo se sabe que o diabetes melhora com a cirurgia bariátrica em pacientes com IMC maior que 35. Nos últimos anos, novos estudos mostram que a cirurgia bariátrica é eficaz também no tratamento do diabetes em pacientes com IMC entre 30 e 35. Entre estes estudos se inclui uma pesquisa de nosso laboratório na UNICAMP, publicada na semana passada (2).
O Instituto Nacional de Saúde e Cuidados de Excelência da Grã-Bretanha (NICE, na sigla em inglês) tem a intenção de oferecer a cirurgia bariátrica a um maior número de pacientes com diabetes tipo 2. As novas regras recomendam que os médicos britânicos proponham a cirurgia bariátrica para todos aqueles com IMC maior que 35, e que avaliem, caso a caso, a opção de cirurgia para aqueles com IMC entre 30 e 35, e que não respondem aos tratamentos clínicos da doença, que incluem medicamentos e mudanças no estilo de vida. 
Estima-se que mais 400 mil britânicos portadores de diabetes tipo 2 poderiam receber a recomendação imediata para cirurgia devido ao IMC maior que 35, e que esse número saltaria para mais de 800 mil ao incluir aqueles com IMC maior que 30. 
Espera-se que somente uma parcela destes pacientes efetivamente será operada - algo em torno de 20 mil por ano. Atualmente são realizadas cerca de 8 mil cirurgias bariátricas por ano na Grã-Bretanha. 
O Instituto Nacional de Saúde está convencido de que conseguirá reduzir os custos com os cuidados com o diabetes, que representam cerca de 10% do total de gastos atuais do órgão. Entretanto, há duras críticas a essa decisão, incluindo dúvidas sobre o custo-benefício e o temor de que o sistema de saúde não dará conta de atender à demanda de cirurgias. Há quem defenda que o dinheiro seria melhor empregado em programas preventivos para redução de peso, que, por sua vez, tem custo-benefício questionável pois estão propensos a falhas em médio e longo prazo.
Não há dúvida de que a maioria dos pacientes obesos com diabetes tipo 2 que se submeterem a cirurgia bariátrica serão beneficiados. Por outro lado, questiona-se se cabe ao governo o financiamento deste tipo de tratamento para pacientes com obesidade leve. O caminho está na seleção criteriosa dos pacientes, para qualquer IMC, estabelecendo prioridades conforme a gravidade das comorbidades.
1. BBC - http://www.bbc.com/news/health-28246641
2. Fellici AC, Lambert G, Lima MM, Pareja JC, Rodovalho S, Chaim EA, Geloneze B. Surgical Treatment of Type 2 Diabetes in Subjects with Mild Obesity: Mechanisms Underlying Metabolic Improvements. Obes Surg. 2014 Aug 8. [Epub ahead of print]

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Cirurgia bariátrica é tratamento eficaz contra diabetes em pessoas com obesidade leve, diz estudo da UNICAMP

Estudo da UNICAMP mostra que a cirurgia bariátrica é eficaz como tratamento do diabetes tipo 2 em pessoas com grau leve de obesidade. O estudo foi conduzido no Laboratório de Investigação em Metabolismo e Diabetes (LIMED), do GASTROCENTRO/UNICAMP, sob coordenação do gastrocirurgião Prof Dr José Carlos Pareja e do endocrinologista Prof Dr Bruno Geloneze.
O artigo foi publicado na ultima semana (8 de agosto), na revista internacional Obesity Surgery.
A cirurgia bariátrica é indicada atualmente para o tratamento de obesidade grave, com índice de massa corporal (IMC) a partir de 40 kg/m2, ou de grau moderado (IMC 35-40) se associada a doenças, como o diabetes.
Observa-se, entre estes pacientes, que a cirurgia promove uma melhora do diabetes, tão marcante que muitos pacientes atingem remissão da doença, ou seja, apresentam níveis normais de açúcar (glicose) no sangue, sem necessitar mais de medicamentos orais ou insulina. 
Os mecanismos pelos quais a cirurgia bariátrica melhora o diabetes são, em grande parte, independentes da perda de peso. Portanto, a cirurgia vem sendo pesquisada como opção de tratamento do diabetes para pessoas com grau leve de obesidade (IMC 30-35).
Segundo o Dr Marcelo Lima [editor deste Blog], co-autor do estudo, endocrinologista e pesquisador do LIMED, esta é justamente a contribuição inédita desta nova pesquisa: a demonstração dos mecanismos pelos quais o diabetes melhora neste grupo de pacientes.
O estudo selecionou 36 pacientes com diabetes tipo 2, na maioria em uso de insulina, para a cirurgia bariátrica conhecida por bypass gástrico, que é a técnica mais utilizada no mundo todo. 
"Atingimos o controle do diabetes em 86% dos casos, com redução das medicações para diabetes; apenas um continuou necessitando insulina", comenta Dr Lima. "E um quarto dos pacientes atingiu a remissão do diabetes, até 2 anos após a operação", afirma. 
Isso é possível graças à recuperação da produção de insulina pelo pâncreas. Em parte, isso se deve ao aumento dos estímulos hormonais provenientes do próprio tubo digestivo, modificado pela cirurgia. Além disso, o organismo fica mais sensível à ação da insulina, principalmente pela redução de peso.

Técnica de bypass gástrico
Além do bypass gástrico, Dr Lima comenta que o LIMED/UNICAMP estuda uma outra técnica cirúrgica, com resultados ainda mais promissores. É a derivação biliodigestiva, conhecida como técnica de Scopinaro, desenvolvida na Itália. Comparada ao bypass, nesta técnica há pouca redução de estômago e um maior desvio do intestino. E as taxas de controle e remissão do diabetes são ainda maiores.

Técnica de Scopinaro

A cirurgia bariátrica deve ser encarada como uma alternativa terapêutica contra o diabetes tipo 2, independente do grau de obesidade. Todavia, a cirurgia em pacientes com obesidade leve ainda está em estudo e a  decisão pela operação deve ser criteriosa e individualizada, em geral reservada a pacientes que não atinjam controle suficiente com as terapias convencionais.

Acesse o artigo no site da Obesity Surgery:
http://link.springer.com/article/10.1007/s11695-014-1377-9

(Dê uma espiada na primeira página...)

Agradecimentos:
Agradeço aos colegas do LIMED/UNICAMP que participaram desta pesquisa comigo, em especial aos orientadores e mentores do estudo, os Professores Doutores José Carlos Pareja e Bruno Geloneze, e às pós-graduandas, autoras principais do estudo, Dra Ana Cláudia Fellici e Dra Giselle Lambert, além dos demais co-autores, Dra Sylka Rodovalho e o Prof Dr Élinton Chaim.


quarta-feira, 2 de julho de 2014

Respire insulina! FDA aprova AFREZZA – a nova insulina inalável

DIABETES - Recentemente falei, neste blog, sobre as novidades no tratamento do diabetes para 2014. Um delas é a AFREZZA, insulina inalável que foi aprovada pelo FDA (agência regulatória americana) na última semana para o mercado americano (ainda sem data para chegar ao Brasil).

Trata-se de uma insulina humana em pó para administração por via inalatória. Sua ação ultrarrápida equivale à das insulinas injetáveis ultrarrápidas existentes no mercado, como a Humalog, Apidra ou Novorapid. Ela deve ser inalada antes das refeições, através de um dispositivo semelhante aos usados no tratamento da asma. Seu uso não dispensa o tratamento concomitante de uma insulina injetável de longa ação.

Nos estudos clínicos pré-lançamento mostrou-se segura e bem tolerada, porém a segurança em longo prazo depende da observação. Os efeitos colaterais mais comuns foram tosse (25%), irritação a garganta (5,5%) e dor de cabeça (4,7%). É contraindicada em pacientes doenças pulmonares crônicas como enfizema, asma e bronquite, mas há estudos em andamento com o objetivo de verificar sua segurança em portadores dessas condições. Obviamente não deve ser usada por pessoas fumantes.

Por questões de segurança seu uso é somente indicado para maiores de 18 anos. Os estudos em crianças estão sendo conduzidos e esperamos sua liberação para crianças nos próximos anos.

Fonte: Sociedade Brasileira de Diabetes - FDA aprova AFREZZA – Nova insulina inalável

Conheça o site do fabricante: MannKind Corp.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Junho é mês de Festa Junina - quem tem diabetes também tá convidado!

DIABETES - Confira receitas típicas e dicas para aproveitar as Festas Juninas com saúde, na página especial da Sociedade Brasileira de Diabetes!

Não perca as Festas Juninas na sua região

DIABETES SEM NEURA - Jornal da Record apresenta série de reportagens sobre Diabetes

Num período do ano em que só se fala de Copa do Mundo, há que se louvar a Rede Record pela coragem de exibir uma série de tamanha significância em saúde pública, abordando os vários aspectos do diabetes. A julgar pelo primeiro capítulo, a série me pareceu muito bem produzida e com uma abordagem didática das mais eficazes, baseadas em entrevistas com profissionais de saúde de inegável competência e entrevistando as pessoas com diabetes para que elas façam um testemunho sobre como superar as limitações e inconveniências decorrentes dessa condição.

Num período do ano em que só se fala de Copa do Mundo, há que se louvar a Rede Record pela coragem de exibir uma série de tamanha significância em saúde pública, abordando os vários aspectos do diabetes. A julgar pelo primeiro capítulo, a série me pareceu muito bem produzida e com uma abordagem didática das mais eficazes, baseadas em entrevistas com profissionais de saúde de inegável competência e entrevistando as pessoas com diabetes para que elas façam um testemunho sobre como superar as limitações e inconveniências decorrentes dessa condição.
Fonte: Sociedade Brasileira de Diabetes

COPA DO MUNDO 2014 - Controlar a glicemia, você consegue! Difícil é controlar o CORAÇÃO!

DIABETES - Seja em casa, no barzinho ou no estádio, a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) entra na torcida para que sua glicemia fique dentro do normal!
Acesse a página especial da SBD para a Copa do Mundo 2014: http://copa2014.diabetes.org.br/



terça-feira, 10 de junho de 2014

Durma bem - e previna o diabetes!

SONO - Sacrificar o sono tem consequências mais sérias do que se pensa. Essa pausa é necessária para a manutenção de funções mentais, incluindo a memória e as emoções, e para a regulação dos hormônios e de todos os sistemas orgânicos, principalmente o sistema cardiovascular. 
Diversos distúrbios do sono aumentam a chance de obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares, incluindo infarto. Entre os distúrbios do sono mais comuns, ligados a estes riscos, destacam-se dormir pouco (< 7 horas por dia), o trabalho noturno e a apnéia do sono (interrupções repetidas da respiração enquanto se dorme).
Um estudo recente confirma uma forte associação entre a apnéia do sono e o diabetes. Leia abaixo, nesta matéria da Revista Veja.
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/estudo-relaciona-apneia-do-sono-a-diabetes

Diabetes

Estudo relaciona apneia do sono a diabetes

Maior pesquisa a analisar a relação entre a interrupção da respiração durante o sono e o diabetes mostrou que pessoas com apneia severa têm 30% mais riscos de ter a doença

A descoberta da relação entre as duas doenças pode incentivar a prevenção precoce

A descoberta da relação entre as duas doenças pode incentivar a prevenção precoce (Thinkstock)

Quem tem apneia do sono tem mais chances de desenvolver diabetes — e quanto mais severas as interrupções da respiração durante a noite, maior a chance de desenvolver a doença. A conclusão é de um estudo feito por cientistas da Universidade de Toronto, no Canadá, e publicado nesta sexta-feira no periódico American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.

A pesquisa é a maior a reunir dados relacionando a apneia do sono a diabetes, confirmando evidências de estudos anteriores e menores. Os cientistas analisaram dados de 8 678 adultos com suspeita de apneia do sono e sem diabetes entre 1994 e 2010 e acompanharam esses pacientes até maio de 2011. Nesse período, 11,7% deles desenvolveram diabetes. Os que tinham apneia severa apresentavam 30% mais riscos de desenvolver a doença, enquanto aqueles com interrupções classificadas como leves ou moderadas tinham 23% mais probabilidade de ter o diabetes.

Leia também:
Novos estudos ligam apneia do sono à asma e ao Alzheimer
Apneia do sono ajuda a propagar tumores e aumenta o risco de morte por câncer

Outros fatores de riscos para diabetes, além do número de paradas totais e parciais de respiração, também foram levados em conta, como idade, sexo, índice de massa corporal (IMC) insônia, tabagismo ou elevação da frequência cardíaca durante o sono.

"Depois de ajustar causas potenciais, conseguimos demonstrar uma associação significativa entre apneia do sono severa e o risco do diabetes", afirma Tetyana Kendzerska, principal autora do estudo. "A relação da apneia do sono com o aumento do risco de diabetes que encontramos em nosso estudo pode permitir a prevenção precoce".

sábado, 10 de maio de 2014

VÍDEO - Homenagem às mães e, em especial, às mães de crianças com diabetes tipo 1

DIA DAS MÃES - Esse vídeo chegou a mim através de um grupo de discussão sobre diabetes.
Foi inevitável lembrar, especialmente, das mães de crianças com diabetes tipo 1!
 

terça-feira, 29 de abril de 2014

União terá de fornecer análogo de insulina a diabéticos em todo o País

O Ministério Público Federal conseguiu na Justiça obrigar a União a implantar protocolo clínico e viabilizar imediatamente no Sistema Único de Saúde (SUS) o acesso a análogos de insulina de longa e curta duração aos portadores de diabetes mellitus tipo 1 que apresentem quadro instável ou de difícil controle. Os análogos de insulina são versões mais modernas das insulinas atualmente fornecidas pelo SUS. 
Trata-se de um grande progresso, mas o ideal seria o acesso universal a estas medicações. A burocracia excluirá grande parte dos portadores de diabetes tipo 1 deste benefício, seja pelas regras ou pela dificuldade de acesso aos serviços especializados.

Veja abaixo os análogos de insulina que poderão entrar nos protocolos:
  • Insulinas de longa duração: detemir (Levemir) e glargina (Lantus)
  • Insulinas de curta duração, ultra-rápidas: aspart (Novorapid), glulisina (Apidra) e lispro (Humalog).

Para mais informações, assista ao vídeo no canal do CNJ no YouTube:

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Novidades no tratamento do diabetes para 2014

O ano de 2014 será marcado pelo lançamento, no Brasil, de vários medicamentos para o diabetes. Conheça as novidades:

AÇÚCAR NA URINA: Com um modo de ação completamente novo, os inibidores de SGLT2 estão no mercado mundial desde 2013. Eles controlam o diabetes aumentando a excreção de glicose na urina, ou seja, independem da ação da insulina. São desta classe a dapaglifozina (Forxiga), no mercado nacional desde o primeiro semestre de 2014, e a canaglifozina (Invokana), que está prestes a entrar no mercado. Novos lançamentos desta classe são esperados em breve, como a empaglifozina, aprovada este mês nos Estados Unidos.



GLP-1: Acaba de chegar ao mercado a lixisenatida (Lyxumia), que mimetiza a ação do GLP-1, um hormônio intestinal que estimula a secreção de insulina. Trata-se de uma medicação injetável, de aplicação diária, que vem se somar a outros medicamentos desta classe já disponíveis no país, a exenatida (Byetta) e a liraglutida (Victoza). Outros concorrentes, com aplicação uma vez por semana, são aguardados: a albiglutida, aprovada nos EUA e Europa este ano; uma versão semanal da exenatida (Bydureon), aprovada no exterior desde 2012; e a dulaglutida, que aguarda aprovação em 2014.

INSULINAS:
No próximo mês teremos o lançamento da insulina degludec (Tresiba), um novo conceito em insulinas de longa ação. Ela promete um efeito mais estável graças à ação superior a 24h, comparada às atuais insulinas com ação de até 24h [glargina (Lantus) e detemir (Levemir)].
Diversas outras alternativas modernas de insulina são esperadas para os próximos anos. O destaque é a insulina inalável.

INSULINA INALÁVEL:
A insulina inalável Afrezza, que recebeu sinal verde da agência regulatória americana (FDA). Ela substitui as insulinas injetáveis de ação rápida e deve ser inalada antes das refeições, através de um dispositivo semelhante aos usados no tratamento da asma. Há alguns anos, uma insulina inalável foi lançada no mercado mundial, inclusive no Brasil, mas foi descontinuada. Uma Insulina em cápsulas para uso oral também poderá ser lançada nós próximos anos, mas ainda aguarda novos estudos.


terça-feira, 22 de abril de 2014

22 de Abril, DIA DA TERRA - A contaminação ambiental afeta também o sistema endócrino

A contaminação ambiental está 

Desreguladores endócrinos são substâncias que estão no meio ambiente e que interferem no sistema endócrino.

Esses desreguladores podem ser naturais ou sintéticos e essas substâncias se acumulam no meio ambiente e entram no nosso organismo por meio do ar, água, embalagens que acondicionam alimentos (principalmente compostos com plástico) e outros produtos usados no trabalho e em casa. Além disso, os desreguladores podem ter passagem pela placenta e pelo leite materno.

Alguns exemplos de desreguladores: fitoestrógenos, alguns pesticidas, ftalatos, metais pesados (arsênio, cádmio, mercúrio), medicamentos, bisfenol A (presente em certos tipos de plástico) e determinados produtos de beleza.

Estudos apontam esses desreguladores como fatores para o aumento da incidência de distúrbios endócrinos como a obesidade, o diabetes, doenças da tireóide, a precocidade sexual, a infertilidade e até mesmo as alterações do comportamento e outras doenças sem causas conhecidas.


domingo, 13 de abril de 2014

Em paz com o Coelhinho: escolha seu Ovo de Páscoa


Estudos científicos indicam que chocolate faz bem, mas são necessários dois ingredientes: CACAU e MODERAÇÃO.
O cacau é o que confere as propriedades benéficas ao chocolate, graças a antioxidantes, como os flavonóides, que protegem contra doenças cardiovasculares, entre outras, e substâncias que estimulam o cérebro e dão a sensação de bem-estar. O que muita gente não sabe é que só 30% do chocolate ao leite é cacau. Por isso, o ideal são os chocolates amargos, que são pelo menos 70% cacau, ou meio-amargos (cerca de 50% cacau). Já o chocolate branco nem contém cacau (!) e tem mais gordura e açúcar e mais calorias.
Todo chocolate é bastante calórico, portanto é importante ter moderação.  Considera-se saudável o consumo de até 30g de chocolate por dia - de preferência, amargo ou meio-amargo.  Para acertar nesta Páscoa, prefira chocolates com mais cacau, sem recheios trufados ou cremosos, que acrescentam calorias. Há ainda opções diet (sem açúcar), indicados para quem tem diabetes, e outros para quem tem outras necessidades de restrição, por exemplo, sem lactose ou sem glúten. Essas alternativas exigem moderação, pois são também calóricas. 
Para evitar o exagero, abra um só ovo por vez e divida-o em pedaços pequenos, limitando o consumo diário. E deixe os outros ovos fora de vista, para evitar a tentação de querer experimentar todos de uma vez.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Cigarro aumenta o risco de diabetes?

Estudo sugere que o tabagismo não só é maléfico para quem tem diabetes mas, também, é mais um dos fatores para o desenvolvimento do diabetes.

Leia a matéria completa: http://goo.gl/1QGzG1

Sociedades médicas se contrapõem informações incorretas veiculadas no Jornal Nacional sobre efeitos adversos de medicações anti-diabéticas

A matéria se refere a um alerta da Vigilância Sanitária de São Paulo contra o uso indevido de algumas medicações antidiabéticas com a finalidade de emagrecimento.
O primeiro erro foi a inclusão da metformina na lista de medicamentos sob vigilância, o que ocorreu só por estar presente em combinação com algumas das substâncias vigiadas. 
E o segundo erro foi atribuir o risco de doenças do pâncreas e da tireóide às medicações listadas, o que é controverso, pois até o momento não há evidência de que essas medicações sejam a causa dessas doenças.
Algumas dessas medicações tem sido prescritas por médicos com objetivo de emagrecimento, com base em estudos que apontam segurança indicam sua aprovação para esta finalidade, em breve. O maior problema é o uso sem acompanhamento e a auto-medicação.

domingo, 2 de março de 2014

Carnaval - dicas para quem tem diabetes e não quer ficar de fora da folia!

A Sociedade Brasileira de Diabete (SBD) selecionou 7 práticas básicas para que as pessoas com diabetes
não se sintam excluídas de uma das maiores festividades nacional por
conta de algumas restrições relacionadas à sua rotina.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Cuidados com o calor

Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostram que o mês de fevereiro, até agora, já pode ser considerado o mais quente dos últimos 50 anos. Pessoas com doenças crônicas, como o diabetes, a hipertensão arterial e as doenças do coração, especialmente os idosos, são mais vulneráveis aos efeitos do calor, e merecem cuidado redobrado.
Aqui vão algumas dicas para enfrentar as altas temperaturas:
Hidratação
O calor excessivo nos faz perder muita água pela pele, por transpiração e evaporação, por isso deve-se beber muita água ao longo do dia todo. Atenção: pessoas idosas frequentemente não sentem sede e precisam ser lembradas para se hidratar.
Água, suco ou água de coco?
Prefira água e consuma frutas. O preparo dos sucos sempre pede mais frutas, o que significa mais açúcar e mais calorias, enquanto se perdem as fibras. Além disso, a fruta sacia mais. A água de coco também contém açúcar e deve ser moderada. Esses cuidados são especialmente importantes para quem tem diabetes ou quem quer emagrecer.
Exercícios
O verão convida às atividades ao ar livre, mas faça exercícios leves a moderados, de preferência em locais cobertos e ventilados, e evite o horário entre 10 e 16h. 
Outras dicas
Usar calçados e roupas leves, não sair em horários de sol muito forte, evitar lugares abafados e usar sempre protetor solar são outras dicas que ajudam a enfrentar o verão de maneira mais saudável.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Calorias de Natal: o Panetone

Fim de ano é época de entrar em forma e cuidar da saúde para o novo ano. A Ceia de Natal não costuma ser problema na dieta. Entretanto, o panetone é um dos alimentos mais calóricos da ceia. A dica é consumir o panetone com moderação. Uma fatia é o bastante. Um erro comum é consumir mais fatias só porque se optou pelo diet ou light; apesar da redução de 25 a 30% as calorias, continuam engordativos. Os panetones diet são indicados para quem tem diabetes, pois levam doçante em vez do açúcar.
Outra dica: evite panetones com recheios (trufa, mousse, brigadeiro, doce de leite), que acrescentam calorias saborosas, mas desnecessárias, à sobremesa tradicional. 
Na hora de escolher o seu panetone, o ideal é consultar o rótulo de cada produto.

Valor calórico médio de 1 fatia média de panetone (80g):

- Tradicional: 300 calorias

- Com recheios: 380 calorias

- Light: 215 calorias

- Diet: 190 calorias

sábado, 2 de novembro de 2013

Novembro Azul, parte 2 - Dia Mundial Do Diabetes

Diabetes se combate com educação e conhecimento!
Curtam o Dia Mundial Do Diabetes - 14 de Novembro no Facebook!

Novembro 2x Azul! Pela Saúde do Homem e de quem tem Diabetes!

Depois do Outubro Rosa, marcado pela saúde da mulher e prevenção do câncer de mama, começa o Novembro Azul - pela saúde do homem e prevenção do câncer de próstata. Por coincidência, 14 de Novembro é o Dia Mundial do Diabetes, é marcado também pela cor azul - simbolizado pelo círculo azul.
Afinal, educação e conhecimento são as maiores armas contra o câncer de próstata e o diabetes!