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domingo, 13 de abril de 2014

Em paz com o Coelhinho: escolha seu Ovo de Páscoa


Estudos científicos indicam que chocolate faz bem, mas são necessários dois ingredientes: CACAU e MODERAÇÃO.
O cacau é o que confere as propriedades benéficas ao chocolate, graças a antioxidantes, como os flavonóides, que protegem contra doenças cardiovasculares, entre outras, e substâncias que estimulam o cérebro e dão a sensação de bem-estar. O que muita gente não sabe é que só 30% do chocolate ao leite é cacau. Por isso, o ideal são os chocolates amargos, que são pelo menos 70% cacau, ou meio-amargos (cerca de 50% cacau). Já o chocolate branco nem contém cacau (!) e tem mais gordura e açúcar e mais calorias.
Todo chocolate é bastante calórico, portanto é importante ter moderação.  Considera-se saudável o consumo de até 30g de chocolate por dia - de preferência, amargo ou meio-amargo.  Para acertar nesta Páscoa, prefira chocolates com mais cacau, sem recheios trufados ou cremosos, que acrescentam calorias. Há ainda opções diet (sem açúcar), indicados para quem tem diabetes, e outros para quem tem outras necessidades de restrição, por exemplo, sem lactose ou sem glúten. Essas alternativas exigem moderação, pois são também calóricas. 
Para evitar o exagero, abra um só ovo por vez e divida-o em pedaços pequenos, limitando o consumo diário. E deixe os outros ovos fora de vista, para evitar a tentação de querer experimentar todos de uma vez.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Cigarro aumenta o risco de diabetes?

Estudo sugere que o tabagismo não só é maléfico para quem tem diabetes mas, também, é mais um dos fatores para o desenvolvimento do diabetes.

Leia a matéria completa: http://goo.gl/1QGzG1

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Acordo deve reduzir sódio de requeijão, hambúrguer e embutidos

O termo assinado pelo governo e pelos fabricantes prevê redução de sódio em requeijão cremoso, sopa instantânea, sopa pronta para consumo e para cozimento, queijo muçarela, empanados, hambúrguer, presunto embutido, linguiça frescal, linguiça cozida a temperatura ambiente e mantida sob refrigeração, salsicha e mortadela.

Esse é o quarto acordo firmado entre o Executivo federal e os fabricantes de alimentos desde 2011 com o mesmo objetivo. Nos tratados anteriores, alimentos como pão de forma, macarrão instantâneo, batata frita, maionese, biscoito recheado, margarina, cereais matinais e temperos para massa e arroz também tiveram a quantidade de sódio reduzida.

Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo diário de sódio deve ser de menos de dois gramas por dia, equivalente a uma colher de chá ou cinco gramas de sal. O sal, em quantidades maiores do que a recomendada, aumenta a pressão arterial, podendo alterar o ritmo cardíaco. Com o desequilíbrio, a pessoa corre mais riscos de sofrer enfarte e problemas circulatórios.

O consumo médio de sal pelo brasileiro é de 12 gramas diárias, mais do que o dobro sugerido pela OMS. Isso seria causado pelo hábito de colocar sal em alimentos processados e de comer frequentemente fora de casa.

O governo estima que, desde 2011, cerca de 11,3 mil toneladas de sódio deixaram de ser adicionadas aos alimentos que foram incluídos nos acordos firmados com a indústria alimentícia. Até 2020, o Executivo espera evitar a adição de 28,5 mil toneladas de sódio.

http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/11/governo-federal-faz-acordo-para-reduzir-sodio-em-grupo-de-alimentos.html

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Comida que parece, mas não é!

Você gosta de chocolate? Mas quanto desse doce é mesmo "chocolate"? E o pão integral, será 100% integral?
Descubra, na reportagem abaixo, se esses e outros alimentos são o que você pensa que é!


Ah, faltou falar nos "sucos de fruta"... Alguns refrescos são "xaropes", mais artificiais do que naturais, apesar de alguns conterem um pouco de suco de fruta. Os sucos de caixinha, por sua vez, em geral são néctares, ou seja, um suco diluído e com bastante açúcar. O melhor mesmo é consumir a fruta in natura, ou pelo menos o suco natural ou em polpa!

Light ou Diet?

As nutricionistas do CEG, Carla Coghi e Beatriz Focesi, esclarecem: alimentos diet são aqueles livres de algum nutriente (por isso, também são chamados de "zero"), que na maioria das vezes é o açúcar, ou seja, são próprios para diabéticos. Nem sempre são light, ou seja, não significa que sejam indicados para perder peso, pois podem ter tantas calorias quanto os não-dietéticos (ex.: chocolate e sorvete diet). Já os produtos light têm menos calorias e em geral menos gorduras que o alimento comum. Porém não são necessariamente pouco calóricos, portanto as quantidades devem ser controladas. "Não adianta comprar light ou diet e consumir em excesso", afirma o Dr Marcelo Lima, endocrinologista do CEG.

domingo, 26 de junho de 2011

EUA propõem substituição da pirâmide alimentar por prato

(...) A nova representação, que recebeu o nome de "MyPlate", divide um prato em quatro porções iguais: uma de fruta, outra de verduras, uma terceira de proteínas e a quarta de cereais integrais. Além disso, ao desenho é acrescentado um copo, que representa os laticínios. (...) Metade do prato deve conter frutas e verduras, e pelo menos a metade dos cereais consumidos deve ser integral, segundo as recomendações.
Além disso, é conveniente que o leite consumido tenha pouca gordura, beber água em vez de bebidas doces e ingerir pouco sal.
A antiga imagem, a "Pirâmide de Nutrição", representava os grupos alimentares em forma triangular. Os alimentos que deviam ser ingeridos em maior quantidade se encontravam em sua base, enquanto aqueles que deviam ser consumidos moderadamente ficavam no topo.
Segundo o Departamento de Agricultura, a pirâmide "estava fora de moda e era muito complicada" para os cidadãos, que reclamavam de receber informação contraditória, mas ela continuará disponível para os profissionais da área de saúde.
Ele ressaltou ainda que a nova representação "se centra em uma imagem familiar, a de um prato" e busca transmitir aos cidadãos a informação de que necessitam para tomar decisões saudáveis na hora de se alimentar.
Saiba mais: Sociedade Brasileira de Diabetes; My Plate (site do Governo Americano)