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terça-feira, 29 de abril de 2014

Descubra maneiras de se exercitar sem ir a academia

Exercitar-se fora da academia traz tantos benefícios quanto malhar dentro dela, com a vantagem da liberdade de escolha de horário e local. "O mais importante é a pessoa descobrir alguma atividade de que goste. Só assim ela conseguirá repeti-la o suficiente para os resultados aparecerem", explica a educadora física Mara Patricia Chacon, professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). 
Fonte: Veja. 

Leia mais nestas matérias da revista:

Sete maneiras de se exercitar sem ir a academia

Atividades do cotidiano fazem tão bem quanto ir à academia


quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Termogênicos - para quê?

Termogênicos prometem "queimar a gordura corporal". A promessa é tentadora, mas porque não fazem parte da prescrição médica contra a obesidade?
Geralmente estes compostos contém estimulantes, que ativam o cérebro e aceleram o sistema cardiovascular, dando a falsa sensação de aumentar o metabolismo. Segundo o Dr Marcelo Lima, endocrinologista do CEG, se existe alguma "queima de gordura", não é significativa, e pode haver risco cardíaco e de dependência. Grande parte dos termogênicos é importada sem autorização e não tem registro na Vigilância Sanitária. Alguns contém substâncias proibidas, muitas vezes que não aparecem no rótulo. Alguns dos termogênicos mais conhecidos contém, por exemplo, DMAA, um estimulante banido em vários países. A efedrina é outro estimulante frequente em termogênicos e que tem efeitos adversos no coração. Esses produtos podem conter até mesmo drogas emagrecedoras escondidas, algumas proibidas, e até anabolizantes esteróides. O uso concomitante com medicamentos contra a obesidade confere um risco ainda maior. "Contra-indico o uso de termogênicos em geral, pois é difícil ter certeza sobre o que contém cada produto", aconselha o Dr Marcelo Lima.


domingo, 26 de junho de 2011

Em quanto tempo você corre 1,6 quilômetro?

(...) O exercício que se faz com 40 anos é relevante para o risco de doença cardíaca aos 80 anos. (...) O ritmo de corrida é uma medida de condicionamento que as pessoas podem entender facilmente e um bom ponto de partida para avaliar a forma física em geral. (...) Um homem de 50 anos que consegue correr 1.6 km em 8 minutos ou menos, ou uma mulher capaz de fazê-lo em 9 minutos, demonstra alto nível de condicionamento. Correr 1,6 km em nove minutos para o homem e 10,30 minutos para a mulher é sinal de condicionamento moderado; homens que não conseguem correr em menos de 10 minutos e mulheres em menos de 12 minutos caem na categoria de baixo condicionamento físico.
As categorias fazem uma grande diferença para o risco de problemas cardíacos (...): os sujeitos no grupo de alto condicionamento tinham um risco de vida de 10 %, comparado com 30 % para os do grupo de baixo condicionamento.
"(...)As estimativas de tempo de corrida são parâmetros fáceis para pacientes e médicos começarem a conversar sobre forma física." (...)

Saiba mais: Sociedade Brasileira de Diabetes