Como foi observado no Estudo Accord, um novo estudo retrospectivo, baseado na rotina do serviços de saúde britânicos ("vida real"), uma meta de controle do diabetes tipo 2 muito rígida pode ser prejudicial para alguns pacientes, especialmente acima dos 60 anos ou com muito tempo de diabetes ou com complicações crônicas já instaladas, ou se houver risco de hipoglicemias graves.
Mas isso não significa que devemos relaxar com todos os pacientes: uma hemoglobina glicada menor que 7 ou 6,5% continua o alvo, principalmente nos primeiros anos da doença e na rpevenção de complicações, principlamente nos que podem ser acompanhados com segurança.
"A new retrospective cohort study in patients with type 2 diabetes has found that the lowest and highest glycated hemoglobin A1c (HbA1c) levels were associated with increased all-cause mortality and cardiac events. This U-shaped association showed that the lowest death and lowest event rates were seen at an HbA1c level of 7.5% (...) (published online January 27, 2010 in The Lancet)."
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domingo, 21 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Hemoglobina glicada e diagnóstico de diabetes - cautela
O Dr Pimazoni comenta, no site da SBD, as recomendações sobre o uso dos níveis de hemoglobina glicada para o diagnóstico de diabetes e pré-diabetes, pedindo cautela em função de possíveis limitações da técnica e da publicação de valores de corte alternativos em janeiro de 2010 na revista Diabetes Care.
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